Arte | Caligraffiti - Part 9
 

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Categoria - Arte

 
Sunday, 24 de April de 2011 • por
 

Na semana passada eu tive o meu carro rebocado, fui obrigado a pagar todas as multas (algumas eu nem recebi), perdi minha carteira de motorista e fiquei um dia inteiro no centro do Rio para resolver todo os problemas. Sim, estamos passando por um momento caótico, onde rios de dinheiro saem para os bolsos públicos, esquemas de arrecadação são montados… Pode paracer um tom de revolta, mas somente quem passa por isso sabe o nível deprimente que se encontra os serviços urbanos de todo o Brasil.

Buracos nas ruas? A artista Juliana Santacruz tem uma solução para a cidade de Paris…

Thursday, 21 de April de 2011 • por
 

Leviathan é a nova série do escritor Scott Westerfeld e ilustrada primorosamente por Keith Thompson. Vale a pena dar uma olhada com atenção no trabalho.
Ele é todo baseado no visual steampunk. E  para quem não sabe o que é, segue a definição da wikipedia:

Steampunk é um subgênero da ficção científica, ou ficção especulativa, que ganhou fama no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Trata-se de obras ambientadas no passado, ou num universo semelhante a uma época anterior da história humana, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na História real, mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época – como, por exemplo, computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta.

O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época.

Vários filmes tem essa estética fantástica, como O Ladrão de SonhosAs Loucas aventuras de James West e A Liga Extraordinária. Mas o que me chamou mais atenção recentemente foi esse curta de Anthony Lucas, australiano, que se chama The Mysterious Explorations of Jasper Morello. Vale a pena conferir !

Tuesday, 19 de April de 2011 • por
 

Seguindo os textos As Vanguardas e o Design… Dadaísmo (que me fez perder o avião, em plena sala de embarque, por eu estar escrevendo-o).

A arte nada tem a ver com o gosto. A arte não está lá para ser degustada. Max Ernst

 

Max Ernst

Max Ernst

 

O modernismo, que surgiu na Europa com a promessa de ser em sua heterogeneidade um estilo novo que cumprisse com a renovação estética, se desmembrou em variados movimentos artísticos. Foi um fenômeno urbano, e no Brasil, teve São Paulo como palco na Semana de Arte Moderna, em 1922.
E no centro desta oba-oba, um dos mais controversos dos movimentos foi o Dadaísmo.

 

Raoul Hausmann

Raoul Hausmann

Wednesday, 13 de April de 2011 • por
 

Dá só uma olhada nesse vídeo…
Kapitaal é um curta-metragem super premiado feito pelo trio Ton Meijdam, Snels Thom, Zsigmond Béla, e financiado pelo De Beyerd (Museum of Graphic Design), Breda.
O filme trata da imensa quantidade de estímulos visuais que nos afetam no dia a dia.
Citando um dos criadores, Ton Meijdam:

É uma animação sobre sinais legíveis em uma cidade, é uma ideia da enorme quantidade de estímulos visuais que nos instigam por todos os dias. A quantidade é tão grande que a sua eficácia comercial tornou-se absolutamente duvidosa

Thursday, 7 de April de 2011 • por
 

Eu não vou negar que sou louco por você, Nova Iorque. Desde o ano passado eu paro o que estiver fazendo para ler notícias sobre a cidade, principalmente os artistas fantásticos que rodeiam a Big Apple. Hoje descobri aqui na agência um novo site de referência que alguns sul-africanos usam chamado Brain Pickings (em português significa estar sempre pescando novas ideias). De cara o último post do site mostra projetos de artistas usando o MetroCard. O que eu mais gostei foi de um artista da Guatemala, Juan Carlos Pinto, que criou uma espécie de mosáico representando famosos como Frida Kahlo e Louis Armstrong.

Para ver os outros artistas visite o site do Brain Pickings

Wednesday, 6 de April de 2011 • por
 

Essa é uma boa dica para quem quer ver algo interessante nesta semana!

Anônimos e Artistas

Anônimos e Artistas é um projeto do Instituto Tomie Ohtake, que apresentará o conjunto de quatro exposições que se concluirá em 2012, partindo da mostra de produtos de realização e consumo em massa, que provoca um questionamento sobre quais seriam as origens do nosso design, atualmente reconhecido dentro e fora do Brasil, mas ainda em busca de uma definição. Foi idealizado há mais de dez anos pelos designers gráficos Milton Cipis, coordenador da série, Sylvia Monteiro e Ricardo Ohtake, e tem participação ativa da equipe de pesquisa do Instituto Tomie Ohtake.

Segundo a acessoria de imprensa do Tomie Ohtake…

Como parte do ciclo de exposições Anônimos e Artistas,  que procura revisitar a origem de uma identidade no design brasileiro, estão sendo apresentadas, até o dia 10 de abril de 2011, as mostras Veja ilustre passageiro: o Atelier Mirga e os cartazes de bonde e Caprichosamente engarrafada: rótulos de cachaça.

A primeira traz uma seleção com cerca de 300 obras do Atelier Mirga. Criado e dirigido por Henrique Mirgalowski, ou apenas Mirga, o ateliê produziu, entre 1928 e 1970, mais de oito mil anúncios para bondes e ônibus de São Paulo, dos quais pequena parte está reunida nesta exposição. O que pouca gente sabe é que este escritório foi o único responsável por todos os cartazes de bonde criados para a antiga “Companhia dos Annuncios em Bonds”.

Almejando organização e eficácia profissional, o ateliê reunia diversos artistas, organizados numa espécie de linha de produção, para atender a essa expressiva demanda. Com influências que partiam da cartazística norte-americana, francesa e soviética, o ateliê conseguiu imprimir um traço brasileiro nestas criações.

Veja ilustre passageiro: o Atelier Mirga e os cartazes de bonde, com curadoria de Norberto Gaudêncio Junior, autor de dissertação de mestrado sobre o tema, nos revela um importante e desconhecido capítulo da arte gráfica brasileira, que muito se contrapõe ao modelo de hoje, marcado por uma publicidade agressiva, pautada por complexas estratégias de gerenciamento de marcas e perfis de consumo.

Tuesday, 5 de April de 2011 • por
 

Domingo fui ver a exposição Rojo Nova, na Casa França-Brasil, Rio de Janeiro. Para quem não conhece a proposta se trata de uma mostra em construção. David Quilies Guilló, curador do evento, explica melhor o processo numa entrevista para a edição de 2010.

Escolhi artistas que se adequavam ao projeto, sem me importar de onde eles eram, mas sempre tendo em mente que iam ser sete semanas de trabalho, em “equipe”: cada artista tem que criar sua peça a partir do nada e em conjunto com artistas que eles nunca trabalharam antes. Outro ponto importante é que todas as obras são livres, se um artista quiser atuar sobre uma criação ou iniciar uma obra em cima de outra já existente, ele pode fazer isso. Por isso, tinham que ser artistas que, além de talentosos, fossem sociais, respeitosos e abertos a interferência contínua do público. Quando a ROJO®NOVA foi pensada, sempre tive em mente representar o máximo de disciplinas criativas, é por isso que música, artes plásticas, performance, arte sonora, arte audiovisual e cinema entram no cardápio do evento, e todas elas com nomes reconhecidos nacional e/ou internacionalmente.

É uma experiência mega interessante quando paramos para refletir sobre como a informação, as idéias, e expressões de um modo geral estão sendo formuladas atualmente, em uma contínua colaboração. Abre a mente para novas interpretações e “remixes” de pensamentos, uma consciência coletiva.

Indo nessa pegada, “work in progress”, temos um trabalho proposto pela Volvo para o lançamento de um novo modelo de carro, o S60 em Zurique. Durante um periodo de 5 dias, 10 artistas gráficos foram convidados a interferir sobre o carro, um em seguida do outro e essa experiência foi registrada nesse video.

Para quem estiver afim de acompanhar essa crição coletiva a Rojo Nova vai de 21 de Março a 30 de Abril, na Casa França-Brasil e na EAV Parque Lage.
Mais informações no site: www.rojo-nova.com/2011/rio/

Monday, 4 de April de 2011 • por
 

Domingo de chuva em São Paulo, o que há pra fazer? Exposição é sempre uma boa pedida.

Ontem visitei a exposição “Sob o Peso dos Meus Amores” do artista visual José Leonilson.

Leonilson

Leonilson

No início da faculdade um professor, ao ver meus desenhos, me indicou conhecer a obra de Leonilson, e logo me encantei. Ao longo do tempo fui conhecendo as obras deste artista, de forma avulsa, em algumas exposições coletivas. Ontem, foi a primeira vez que conheci de forma tão completa, linear e bem cuidada, parte do legado incrível que Leonilson nos deixou (mais de 1000 obras).

A exposição reúne 300 obras, de várias fases do artista. Desenhos, pinturas, bordados, instalações, xerografias, xilogravuras, colagens… Já a expografia, é um capítulo a parte. Extremamente bem composta, num ambiente proporcionado para a exposição, lúdico, didático, tecnológico. É um presente ao visitante.

Friday, 1 de April de 2011 • por
 

Operários, 1933 – Tarsila do Amaral

Arte Rupestre

Há séculos, ou desde que o homem se utiliza de elementos gráficos para comunicar e historiar, o grafismo surge como elemento norteador da percepção e fruição humana, sem entrarmos nos méritos artísticos ou da estética. A representação, no espaço gráfico, se fez notória revelando pinceladas de uma grande revolução expressiva, que estava por acontecer nos séculos seguintes.

Filosofia à parte, o que nos subsidia para sermos seres cheios de perspectivas e manias, que direciona olhares? Acredito que seja toda a carga cravada de experiências e conhecimentos adquiridos. Mas onde eu quero chegar com essa lengalenga?

Que é preciso desmistificar. A todo momento o designer fica imerso em questionamentos que partem de outros profissionais, estes que não fazem parte do grupo das profissões visuais. Para ser designer, deve estar implícito que se tenha uma carga de conhecimento e constante busca e resgate da história a fim de se fazer uma conexão contemporânea. É um trabalhão, mas que gera respeito e subsídio criativo na hora de desenvolver a profissão.

Thursday, 31 de March de 2011 • por
 

Sou um adepto da tattoo art. Não só pelos desenhos feitos em seções dolorosas de tatuagem, gosto muito da estética visual e dos simbolismos que traduzem uma época. Entre todos os estilos um que chama a atenção é o old school, e a sueca Lina Stigsson o faz muito bem! Abaixo algumas ilustrações e pinturas da artista.

Para ver suas tatoos, acesse linastigsson.com.