História Da Arte | Caligraffiti
 

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Categoria - História da Arte

 
Monday, 21 de November de 2011 • por
 

 

Já imaginou passear por dentro de uma tela de Rembrandt ? Pois agora você pode.

O Museu de Amsterdan acaba de lançar mais uma galeria: a Amsterdan DNA.

É um projeto incrível que nos leva em uma viagem tridimensional de 45 minutos ao longo da história da capital. Essa é contada em sete filmes abordando sete períodos de tempo.

Várias obras de coleções internacionais foram utilizadas, além da coleção do próprio Museu, que resultou em uma seleção de renome internacional.

O projeto foi elaborado pela agência Plus One Amsterdam e como eles mesmos explicam:

O desafio era trazer as obras para a vida, sem afetar a sua identidade, ou melhor, sua alma. Optou-se por adicionar uma dimensão extra, tornando as imagens tridimensionais. Outra dimensão, a de som, foi adicionada para fazer o todo ainda mais atraente. Sons realistas e trilhas sonoras que se encaixam no espírito da época acrescentaram brilho às cenas.

Além dos sete filmes, foi produzido também um vídeowall de aproximadamente sete metros por três, em que passado e presente se misturam contando toda a história da cidade. O resultado é incrível !! Dá uma conferida no trailer abaixo.

Amsterdam DNA from PlusOne on Vimeo.

Monday, 7 de November de 2011 • por
 

Safewalls é um projeto de arte, com curadoria do Cirque du Soleil, que traz uma seleção fantástica de artistas gráficos na criação de cartazes inspirados em espetáculos do circo.

Ao trazer o Cirque du Soleil e artistas visuais juntos, Safewalls celebra a arte e a cultura de rua, as próprias raízes do Cirque, e consagra uma antiga forma de arte que é o cartaz de circo vintage.

Friday, 15 de July de 2011 • por
 

 

 

Com grande contribuição na arte contemporânea brasileira, Mira Schendel (1919-1988) foi submersa em signos na forte noção de composição, do vazio e na espacialidade, da geometria do saber estético e de atitude artística na sutileza de suas questões intersemióticas.

Mira Schendel nasceu em Zurique, mas foi no Brasil que produziu suas intervenções artísticas em linhas sensíveis e não menos estruturadas na essência de seus processos criativos.

No papel arroz imprimiu sua arte e seus tipos e objetos gráficos, e foi a linguagem escrita sua grande fonte visual.

 

 

Grafismo e experimentação estética. Fugida da perseguição nazista subverteu a guerra em saídas sutis e não menos carregadas de expressão.

Minimalista. Poucas cores e sem contraste. Uma obra que fala por si.

 

 

Tipos, formas cheias, planas, manchas. Círculo, espiral. Equilíbrio entre suporte e tinta. Liberdade no espaço, na forma e presente diálogo entre construção e desconstrução do espaço gráfico.

Mira Shendel é uma referência estética e de construção dos signos, inclusive aos designers contemporâneos.

 

Monday, 4 de July de 2011 • por
 

O blog Playlist de Thiago Ney, do dia 30/06/2011  traz imagens interessantes no post “E se Picasso desenhasse super-heróis?” nas quais replico-as aqui.

O trabalho é produzido pelo trio de fotógrafos multimídia WonderBros e estão, inclusive, à venda neste link.

A brincadeira é imaginar como seriam os super-heróis se desenhados por Pablo Picasso. Esteticamente está interessante.

Thursday, 2 de June de 2011 • por
 

 

Por vezes temos a impressão de que as artes, de um tempo atrás, nada mais eram que artes decorativas. Não que isso fosse um defeito, mas com a velha mentalidade “artista só fica famoso depois da morte”, fecham-se os olhos para os profissionais que há décadas, ou séculos, encaram as artes visuais como profissão. A poetização das artes se mostra enraizada nas particularidades técnicas da criação de uma imagem, mas há, também, o trabalho de registro, ilustração e projeção. No Brasil, muitos foram os artistas que contribuíram para o legado criativo de nossa arte. Em 2011 faz 50 anos que Oswaldo Goeldi nos deixou um legado de mais de 2.000 obras.

 

Tuesday, 31 de May de 2011 • por
 

Dos textos As Vanguardas e o Design: Cubismo.

Não se imita aquilo que se quer criar. Georges Braque.

 

Pablo Picasso

 

Paris, 1907. Pablo Picasso inicia o cubismo com “Les Demoiselles d´ Avignon”. O cubismo foi uma grande vertente modernista preocupada em desconstruir os planos de uma imagem e que recusou a idéia da arte como imitação da natureza, ao geometrizar figuras representando-as, todas, em um mesmo espaço do plano gráfico.

 

Pablo Picasso

Thursday, 12 de May de 2011 • por
 

As Vanguardas e o Design: Fauvismo.

O movimento fauvista (fauves: fera, selvagem) foi iniciado como uma vertente sem grandes manifestações ou teorias e teve a França como lugar primeiro, entre os anos de 1905 e 1907. Mas, não há porque minimizar a nova expressão, por ter acontecido num curto período ou a pela pouca difusão, pois sua representatividade foi aquém nas variadas possibilidades de uso da cor.

E o que poderia haver de mais interessante em um grupo que se uniu para discutir cores?

 

Henri Matisse

Henri Matisse

 

De cores fortes e intensas e de uma arte quase que visceral, os fauves planificaram o espaço gráfico com pinceladas marcantes.

 

George Braque

George Braque

Tuesday, 19 de April de 2011 • por
 

Seguindo os textos As Vanguardas e o Design… Dadaísmo (que me fez perder o avião, em plena sala de embarque, por eu estar escrevendo-o).

A arte nada tem a ver com o gosto. A arte não está lá para ser degustada. Max Ernst

 

Max Ernst

Max Ernst

 

O modernismo, que surgiu na Europa com a promessa de ser em sua heterogeneidade um estilo novo que cumprisse com a renovação estética, se desmembrou em variados movimentos artísticos. Foi um fenômeno urbano, e no Brasil, teve São Paulo como palco na Semana de Arte Moderna, em 1922.
E no centro desta oba-oba, um dos mais controversos dos movimentos foi o Dadaísmo.

 

Raoul Hausmann

Raoul Hausmann

Monday, 4 de April de 2011 • por
 

Domingo de chuva em São Paulo, o que há pra fazer? Exposição é sempre uma boa pedida.

Ontem visitei a exposição “Sob o Peso dos Meus Amores” do artista visual José Leonilson.

Leonilson

Leonilson

No início da faculdade um professor, ao ver meus desenhos, me indicou conhecer a obra de Leonilson, e logo me encantei. Ao longo do tempo fui conhecendo as obras deste artista, de forma avulsa, em algumas exposições coletivas. Ontem, foi a primeira vez que conheci de forma tão completa, linear e bem cuidada, parte do legado incrível que Leonilson nos deixou (mais de 1000 obras).

A exposição reúne 300 obras, de várias fases do artista. Desenhos, pinturas, bordados, instalações, xerografias, xilogravuras, colagens… Já a expografia, é um capítulo a parte. Extremamente bem composta, num ambiente proporcionado para a exposição, lúdico, didático, tecnológico. É um presente ao visitante.

Friday, 1 de April de 2011 • por
 

Operários, 1933 – Tarsila do Amaral

Arte Rupestre

Há séculos, ou desde que o homem se utiliza de elementos gráficos para comunicar e historiar, o grafismo surge como elemento norteador da percepção e fruição humana, sem entrarmos nos méritos artísticos ou da estética. A representação, no espaço gráfico, se fez notória revelando pinceladas de uma grande revolução expressiva, que estava por acontecer nos séculos seguintes.

Filosofia à parte, o que nos subsidia para sermos seres cheios de perspectivas e manias, que direciona olhares? Acredito que seja toda a carga cravada de experiências e conhecimentos adquiridos. Mas onde eu quero chegar com essa lengalenga?

Que é preciso desmistificar. A todo momento o designer fica imerso em questionamentos que partem de outros profissionais, estes que não fazem parte do grupo das profissões visuais. Para ser designer, deve estar implícito que se tenha uma carga de conhecimento e constante busca e resgate da história a fim de se fazer uma conexão contemporânea. É um trabalhão, mas que gera respeito e subsídio criativo na hora de desenvolver a profissão.