Logo da Copa 2014 | Caligraffiti
 
 

59 comentários

  1. Matheus Dix says:

    Não enxergo o Brasil nessa logo.

  2. RIDÍCULO… nada mais.

  3. Também não gostei da escolha. Pouco explorado pela diversidade que o Brasil
    proporciona e tem a ofercer…A simetria das mãos tb não me agradou…

  4. Marilia says:

    Parece até que não vetorizaram o desenho direito, entre os dedos tá estranho… Muito sem graça…

  5. Vinícius Nuvolari says:

    concordo com você. a escolha foi mal feita.
    dessa forma podemos ver como o Design no Brasil é levado à sério.
    ainda bem que temos “liberdade” de fazer projetos paralelos, para conseguirmos ser realmente Designers.

    e vemos esse desdém desde grande projetos (como esse), até pequenas Empresas (como na minha! infelizmente!), onde uma Jornalista é “Diretora de Arte”.

    enfim!

    é isso aí, não curti também!

  6. Daniel Daleva says:

    Ué?! A copa da Africa do Sul mudou pra 2014?

  7. Gustavo H. D. Schrank says:

    Gostei … simples , sem frescura !

  8. Mari says:

    Tem tudo a ver com o Brasil.
    Quero dizer, tudo a ver com os trombadinhas do Brasil.
    Ah, vai, ninguém mais pensou nisso? Parece ou não parece as mãos leves?
    Sinto muito. Detestei. Além do mais, nem é design brasileiro.

  9. Manu says:

    Já falei que isso é a taça que tacaram no Live Trace.

    E já rolam as piadinhas de “todo mundo vai meter a mão”, etc.

  10. Mariana Gonçalves says:

    ai, que bom que foi aprovado pela Ivete!! estava preocupada que ela não gostasse..

    dá até agonia de olhar, parece trabalho de primeira lição de como usar o live trace..

  11. Realmente isso é um problema…

    Estudos básicos de design não foram levados em consideração. Esse acabamento realmente está de doer. Em um concurso de logos, qualquer um aqui faria uma igual, em menos de 5 minutos. Engraçado, na versão traço (PB) não faz nenhuma referência ao Brasil.

    Imagina agora o preço desse projeto.

    Vou cantar axé!

  12. Lewy says:

    Eu muito acho que o pessoal da caligraffiti podia lançar uma campanha do tipo “Faça uma logo para a copa de 2014″, vai que da um resultado muito bom e não muda esse negocio feio dai?

    Imagine que legal? “Caligraffiti altera logo da copa de 2014″ sim o Brasil tem Design!

    Sempre é bom pensar grande!

  13. Esteticamente tb não gostei… um tanto óbvio.
    Mas seria interessante se apresentassem o “conceito” da marca, isso ajudaria no entendimento e talvez a aceitação dos profissionais e leigos tb. O conceito mudaria tudo.
    E como diria meu amigo Ygor Ferreira, conceito e estética nem sempre andam juntos.
    Maaaas… na minha opinião, com tanta diversidade e representações que o Brasil possui, poderiam ter explorado um pouco mais de tudo isso.

    @julianrodz

  14. Marcelo says:

    E o vermelho? De onde vem?

  15. Ygor Ferreira says:

    Falta repertório… investigar um pouco mais a cultura brasileira, é mto pobre se basear apenas num grafismo do momento.

  16. PAULO ANDRE says:

    Eu vejo o mesmo problema com a logo da campanha para a cidade sede. de Sao Paulo. Creio que existe algum problema junto a comissão de escolha dessas logos, ou de como tem sido levado a serio essa construçao. Se uma logo dessas vingar, imagina a pessima imagem que provoca do nosso design.
    Não sei o que esta acontecendo, recentemente vi a nova assinatura da Eletrobras ( O que é aquilo?). E como foi dito. imagina os valores que tem sido pagos a esses tipos de trabalho que nao tem principios basicos nenhum de design. acho que meu priminho de cinco anos desenhou e eles vetorizaram.

  17. PAULO ANDRE says:

    Sabem quem fez?

  18. NaNDa3D says:

    Ficou bastante ridiculo! Parece que foi criado na última hora, sem estudos. É uma pena, pois há grandes designers aqui no Brasil que merecem criar o logo que cause impacto no mundo, e isso parece que foi criado por africanos (sim, cheguei a pensar que era logo da Copa da Africa!). Isso é triste.

  19. Tainá says:

    Alguém chama o Hans Donner pra dar palestra no N sobre esse logo horrivel que ele escolheu!

  20. tenho certeza que existiam muitos outros mais bem resolvidos e infinitamente melhores que esse.. o grande problema aí está na comissão julgadora.. que é como o Uno escreveu.. “mesmo que chamar um designer pra dar um diagnóstico no hospital”.. E claro, em quem acatou a escolha do juri. Fala sério.. Acabaram com uma das melhores oportunidades de vitrine do design brasileiro.. E que venha a marca das olimpiadas..

    Aproveitando o momento pertinente para indicar a leitura deste artigo: http://blog.tecnopop.com.br/artigo-blog/as-olimpiadas-e-o-design

  21. JFerraz says:

    Bom, a idéia é boa mas a execução foi terrível. Erros básicos do uso de curva bezier e não me venha com estilo de design por favor. Simples de fato mas com acabamento de martelinho de ouro de fundo de quintal de última categoria. O vermelho poderia ser o azul ou haver um melhor estudo de cores pra que configurasse melhor as cores de nossa bandeira. Seria bacana a galera fazer uma re-leitura, baseada nesta mesma idéia, para vermos como solucionar melhor o acabamento. No mais, como disse, uma boa idéia mesmo.

  22. César says:

    LOGOMARCA feita no córéu!! ridicula.

  23. Anonymous says:

    Excelente! Ela é simples, objetiva, totalmente identificavel. Críticas quanto a cor e talvez alguma coisa quanto a execução são cabíveis, mas quanto a forma, discordo completamente.

    Qual seria a melhor solução, encher de textos e fazer um logo no estilo da maioria que agente faz e encontra por ai?

    Abs, felipe

  24. Anonymous says:

    Caraca, já estou vendo o desdobramento do material gráfico. Mãoszinhnas fazendo palmeiras, outras fazendo a “graminha” no rodapé e outras fazendo o calçadão de copacabana… que merda!

  25. Vitor says:

    Parece a embalagem do Guaravita.

  26. Esdras Rocha says:

    Caraca, já estou vendo o desdobramento do material gráfico. Mãoszinhnas fazendo palmeiras, outras fazendo a “graminha” no rodapé e outras fazendo o calçadão de copacabana… que merda!

  27. Felipe says:

    Excelente! Em termos de forma está extremamente bem resolvida. Ela é clara, objetiva, facilmente identificavel. Na minha opinião, as críticas são cabiveis quanto a cor e um pouco de execução.

    Quem critica faria o que? Colocaria um monte de textos, degrades e criaria ela num padrão semelhante a maioria das marcas.. nao sei, como seria ?

  28. É nessa hora que sinto falta do Aloísio Magalhães. Esse sim, designer gráfico de verdade.

  29. Quase caí da cadeira: “O [desenho] foi aprovado por um grupo de notáveis…”

    http://migre.me/KQMH

  30. Junior says:

    Q mau gosto

  31. Patricia says:

    Putz, sério?

    Isto foi escolhido a partir de um concurso? Ja agora, quem foi o autor do projecto? Sabe se esta pessoa é um designer ou é o zé da esquina que por acaso sabe mexer em Corel Draw?

    Então, acho que não tem assim muita referência com o Brasil. Talvez mais Portugal, não? (Estou falando com relação à escolha de incluir o vermelho no meio do verde e amarelo; mais valia era ter optado pelo azul)

    Não entendo o conceito por trás disto. Será que há?
    Penso que DEVE ser simples sim, mas pelo amor de Deus, isso está uma terrível. Nem parece que foi feito por um profissional. Acho que um pouco de criatividade não faz mal a ninguém…

    Enfim, esta é a minha opinião..

    bjs

  32. Eu digo que esse logotipo nao tem conceito algum, não tem pesquisa decente de cores, (o que o vermelho teria a ver com o Brasil?! Não teve pesquisa sobre cores sobre as cores da bandeira?!) Na versao pb, a identidade “Brasil” se perde pelo meio do caminho…o acabamento está terrivel e francamente. Logotipo é pra ser escolhido por designers não por pessoas que nao tem o mínimo possivel de conhecimento para avaliação. A taça talvez ainda possa entender o porque. mas o conceito teria que ser mais trabalhado. acho q o designer teve preguiça de criar.

  33. bandeira says:

    Fico imaginando o que a banca teria dito na hora da apresentação…

    Oscar Niemeyer: ” – As curvas me fascinam.”
    Paulo Coelho: ” – Ficou místico!”
    Gisele Bündchen : ” – Ehhh, o verde e amarelo tem tudo haver com o Brasil.”
    Ivete Sangalo : ” – Coloca as mãozinhas pra cima, sai do chão! Sai do chão!”
    Hans Donner : ” Pqp que m#rda, mas deixa que eu faço a vinheta.”
    Lula: ” – Gostei do vermelho.”

  34. Com certeza foi feito em Coréu!!

  35. Fabio Lopez says:

    Peraí galera…

    O logo é assim tão ruim ou as pessoas estão criticando o aspecto político da escolha da marca, os ‘notáveis’ ou o fato dela talvez não ter sido desenvolvida por um escritório brasileiro? O escritório é Francês: talvez por isso me remeta um pouco ao trabalho de gravura do Matisse – de novo. Pelo menos ninguém escaneou uma gravura do cara dessa vez (Rio 200-7).

    Eu lamento que não tenha sido escolhida pelo conjunto de notáveis do design brasileiro (e eles devem estar lamentando também o fato de não terem criado a marca), mas quem são seus clientes? Quem são as pessoas que aprovam, consomem e avaliam a maioria dos trabalhos que fazemos? Bergmiller, Wollner, o espírito do Aloísio? Então vamos com calma, vamos analisar a marca pelo que ela é e não por quem escolheu ela. Não concordo com o processo mas isso não é o que faz o projeto ser bom ou ruim (isso é um argumento post hoc hergo ante hoc: aquilo que vem depois causa o que vinha antes). Se a marca tivesse sido criada pelo grupo de ‘especialistas’ listado eu concordo, mas não foi o caso – ufa. ;)

    Eu talvez fizesse diferente, tenho minhas questões em relação ao acabamento (refinamento) visual da marca (especialmente a parte tipográfica) mas não achei o sinal em si um equívoco completo. É pregnante, diferente, expressa questões relacionadas ao torneio… o que vocês esperavam? Uma bolinha de futebol, um papagaio, o mapa do país com microconfetes verde-amarelos transparentes (neofirulativismo)?

    Minha crítica fica por conta do Brasil com ‘Z’ apresentado na versão cinza da marca. Mas isso já deve estar sendo revisto, na medida em que essa segunda versão que apareceu hoje já não o apresenta. Mas se isso for uma recomendação/exigência da Fifa?

    Taí, é uma solução, critiquem a vontade. A marca de eventos desse porte bem como de empresas que fazem parte da nossa vida são sempre vítimas de um envolvimento emocional – e isso estabelece um tipo de análise que é tão técnico quanto esse grupo de notáveis.

    No intuito de articular um comentário mais técnico, podemos analisar a marca segundo os 14 parâmetros proposto por Chaves/Bellucia*:

    : qualidade gráfica genérica: a relação entre os elementos me parece harmoniosa. O símbolo integra bem sinal e ‘tipografia’ – existe grande coerência na construção.

    : ajuste tipológico e suficiência: não vejo inadequação na criação de um elemento compacto para identificação do evento. Se a parte tipográfica fosse um pouco mais refinada poderia funcionar melhor quando isolada do sinal, permitindo uma ampliação maior das possibilidades de aplicação. Vale esperar, uma marca não responde sozinha pela identidade visual do evento.

    : correção estilística: diferente da marca criada pra Londres 2012, não causa grande ruptura em relação ao universo de sinais já desenvolvidos para eventos dessa natureza.

    : compatibilidade semântica e inteligibilidade: alguém não entendeu o que significa? Eu achei interessante a ideia, pois foge da mesmice do chute, do jogador e da bola. Pode melhorar ainda mais com um bom slogan, vinhetas, movimento. Pensar de maneira estática não é suficiente nos dias atuais, e isso talvez esteja expresso no partido visual adotado pro sinal.

    : versatilidade: não é possível analisar profundamente esse aspecto porque não estamos vendo o projeto implantado. O sinal parece ser pouco maleável por constituir um elemento compacto, mas por ser pregnante e apresentar uma leitura simples não vejo imobilidade nessa condição. É cedo.

    : vigência: marca criada para um evento futuro e bastante particular: não existe ponto de comparação dentro do mesmo contexto (exato) de criação. Comparando com outros eventos esportivos não acho ruim ou inadequado.

    : reprodutibilidade e legibilidade: a palavra ‘Brasil’ me pareceu um pouco problemática (baixa qualidade gráfica) mas foi suprimida nessa segunda apresentação – acredito que venham mudanças por aí sobretudo por conta do ‘Z’ na grafia internacional do nome do país. O sinal como um todo parece atender bem a esse parâmetro, e o fato da marca apresentar muitas cores (já temos 3, vem o preto de FIFA, algo para Brasil…) não costuma ser um problema em marcas oficiais de eventos esportivos (lembrando das 5 cores dos anéis olímpicos). O símbolo criado me parece ser resistente a reduções e é fácil de ser ‘lido’ nos diversos meios de impressão/projeção. Reforço: ajustes pontuais podem aprimorar o sinal, mas essa observação reflete um princípio projetual meu particular, influenciado pela proximidade que tenho com questões de acabamento relacionadas ao universo da tipografia. Eu meteria a mão pra ajeitar a marca, e talvez estivesse estragando ela por um outro ponto de vista.

    : pregnância: ponto alto do sinal criado.

    : vocatividade: o encontro das mãos e do movimento sugerido ocorre no centro de massa do elemento.

    : singularidade: o sinal é diferente e escapa de maneira inteligente dos clichês futebolísticos: chute-chuteira-bola-jogador ou nacionais: natureza-folk-samba-tropical.

    : declinabilidade: vale esperar mais um pouco para ver o sinal associado a outros elementos dentro do programa de identidade da marca. Ver se será feito alguns ajuste na parte tipográfica da marca e que tipografia vai ser definida para complementar o projeto.

    Conclusão: acho a marca interessante. Minha crítica fica por conta do refinamento visual do sinal, tanto em relação a parte tipográfica quanto em relação aos elementos que integram a marca. Acho que as curvas estão mal construídas, mas não a ponto de assumir a degeneração da forma como um partido visual consistente. Mas isso é uma decisão de projeto que ainda pode sofrer melhorias: me incomoda, mas eu respeito se não tiver sido acidental – e seria inocente da minha parte achar que foi.

    Quanto aos notáveis: não vi as outras marcas pra saber se a escolha foi boa ou lamentável. Questiono a ausência de um profissional da área com mais tarimba (pela minha régua) que Hans Donner, mas isso não qualifica automaticamente a marca como sendo ruim. De uma discussão técnica podemos extrair alguma coisa, da implicância apenas uma ou outra piada bem colocada.

    abs,
    Fabio Lopez
    @flopezdesign

    *Norberto Chaves y Raúl Belluccia, La marca corporativa (Editorial Paidós, 2003).

  36. Daniel Daleva says:

    As cores estão equivocadas. As cores me remetem à Bandeira da África do Sul. http://www.saberweb.com.br/paises/images/africa_do_sul.jpg (Bandeira da África do Sul)

    Não vejo problema na temática “Mãos”! Politicamente é uma copa onde todos vão por a mão mesmo. Nada mais ilustrativo sobre o que vem sendo feito na Politica brasileira, desde a velha fidalguia até os políticos corruptos de hoje, representando os séculos de existência do Brasil.

    Ironias e piadas prontas à parte, o mau gosto superou a falta de criatividade sempre repetida no conjunto de “têtas” desproporcionais do Pão de Acúcar na bahia de Guanabara. (Ex: http://politicaagora.files.wordpress.com/2009/10/logo-olimpiadas-rio1.jpg )

    De bem idealizado, provavelmente isso tomou 10% do tempo, os outros 90% de suor no desenvolvimento gráfico não tiveram o êxito, parecendo um trabalho primário de um estudante de design iniciante feito ás pressas pra fechar o semestre na universidade.

    Claro, só podia ser francês. E deve ter saído mais caro do que cobraria uma empresa Norte-Americana ou mesmo uma Brasileira.

    Ficamos na mão da visão tosca e mal gerida do Brasil no exterior e da péssima escolha de jurados desqualificados, a exceção de Hans Donner que provavelmente não teve como contra-argumentar questões políticas implícitas na escolha dessa logo, e recebemos algo abaixo da mediocridade média de outros eventos esportivos já realizados pelo país.

    @Danieldaleva

  37. Diego Mafioletti says:

    Esse é o famoso trabalho que faz primeiro e depois conceitua!
    Não me admiro muito que isso tenha acontecido. Ainda chegará nossa vez!

  38. Ricardo Esteves says:

    # Fabio Lopez

    “compatibilidade semântica e inteligibilidade: alguém não entendeu o que significa?”

    Claro, tomo mundo entendeu: http://colunistas.ig.com.br/charges_esportes/2010/05/31/sinceridade-ou-falta-de-tato/

    ;-)

    @ricesteves

  39. He Pereira says:

    O logotipo não condiz com a visibilidade política, econômica, turística e cultural que o Brasil vem alcançando e pretender alcançar. Não retrata nossa diversidade e nossa maior peculiaridade que é a criatividade brasileira. Essa era a hora de mostrar a cara, a qualidade e fazer história num momento único. Foi de muita irresponsabilidade e mau gosto colocar a decisão em olhares tão desqualificados para o design.
    Como disse o Uno, que saudades de Aloísio Magalhães.

  40. Luciana Aguiar says:

    Desculpa. Achei feia e nem acho q ideia tão boa assim. Mto óbvio pensar na taça e todos os brasileiro querendo alcançá-la. Não vi nada de Brasil, nada que identificasse a nossa nação. Fora o acabamento” live trace” que nem ficou dos melhores. Com certeza deve ter uma explicação teórica… agora, franceses??? Por que??? Temos MUITOS designers excelentes aqui no Brasil que com certeza fariam melhor. Aprovar assim, com comissão julgadora incluindo Ivete Sangalo não faz o MENOR SENTIDO! Isso é desvalorizar o trabalho do designer…
    Poderia ser melhor!

  41. Anonymous says:

    Achei “feia”…não digo que faria melhor(apesar de crer que sim…), mas não usaria uma camiseta com ela. Quanto às pessoas que votaram para elegê-la, também não usaria uma camiseta com o nome eles nela, então…

  42. charles says:

    senhores.

    parecem comentaristas de futebol, abstraindo sem embasamento sobre o resultado.

    divido com Fabio a opinião de que a logo despertou um caminho interessante, e me refiro desta forma porque considero o resultado ainda inacabado, e não pela falta de regra, simetria ou detalhamento vetorial dos elementos, uma vez que foi deliberadamente proposital. E a idéia de algo flertando com uma linha mais organica e despretensiosa me agrada.

    nao fecharia o arquivo, ainda. mas considero que o caminho proposto é interessante.

    quanto a nacionalidade do escritório , talvez tenha sido esse o fator cultural capaz de traduzir essa logo em algo menos clichê ou batido se comparada a algo assinado por hans donner. Além disso, valoriza a identidade do país ao utilizar traços e elementos que remetem a sensações representativas de nossa cultura. Ora, alguém no mundo ainda duvida que carnaval e brasil sao sinônimos? ou nossas relva verdejante?!

    vejam como as marcas, especialmente as de moda, se apropriam da identidade cultural do país, desprendendo-se dos icones notadamente utilizados pela disney da década de 40 (?!), e construindo uma experiencia ligada a uma ambientação sensorial (uma certa inocencia, liberdade, pluralidade

  43. Hans Donner participou da escolha!! Tá explicado!!

  44. Felipe Moscon says:

    Impossível de engolir.

  45. Marcelo says:

    porra o logo ficou muito doido! Acredito eu que eles devem ter tentando colocar o azul ali, e no mínimo perdeu visibilidade, provavelmente por causa da saturação das cores! Muito provavelmente por isso o uso do vermelho. Eu também não curti muito as pontas criando contraste com as curvas ali na mão amarela, eu acho, mas pow, nada que não possa ser aguentado

    agora as curvas estão muito boas, elas criam um interesse visual grande, os elementos utilizados também não são óbvios, e eu achei dotado de uma criatividade fudida

    E pow, a representação da da taça da fifa e pá foi genial! E foda-se se não foi feito por brasileiro, hoje em dia o bicho pega: chama-se globalização brothers and sisters!

    Daqui a pouco veremos uma galera pagando pau para brasileiros fazendo logos de países sedes estrangeiros, e ninguém defendendo os designers dos ditos países, essa falta de honestidade pra mim é um lixo… então fica aí pra vocês uma frase, que como diriam os franceses:

    ces’t la vie ahuahuahuahuahuaha

  46. Bernardo says:

    Q coisa horrorosa, acho que minha prima de 7 anos faria melhor, e o pior é a furtuna que o governo não deve ter pago para ter esta porcaria, para o tal estúdio frances, garanto que por metade do preço qualquer frequentador deste blog faria algo infinitamente melhor . Alem de tudo é subestimar d+ o design nacional.

    PS: Pelo amor de Deus quem são essas pessoas que comentaram que isso ficou muito bom… miopes daltonicos!?

  47. Bruno says:

    Tao feito às pessas quanto o evento em si.

  48. AMANDA says:

    qual é o conceito? quer passar que idéia para o mundo? Que só o brasil pode pôr a mão na taça? afinal são mãos verde e amarelas… sem questionar formas e simetria…

  49. Erik Getzel says:

    Não gostei e ponto.
    Desde quando vi há uns dois dias fico incomodado pra caramba só de pensar que esse logo irá representar o Brasil durante a Copa do Mundo de 2014. Tá um LIXO!
    E tem mais uma coisa que eu realmente não gostei – desconsiderando as mãos bizarras, a tipografia deficiente e o vermelho sem sentido – que foi a utilização da taça FIFA como base. Eu já não aguento mais ver a mesma taça nas Copas (desde 1974), e imagino como seria interessante mudarem a cada ano, como fazem com as medalhas das Olimpíadas. Além do mais, onde está a inovação do conceito do logo? Pra mim tá muito sem criatividade.

  50. Pessoal, pensei numa questão que ninguém levantou: uma marca de Copa do Mundo tem que representar tanto assim o país onde será sede? Na minha opinião acho que isso deve ser uns 20/30%. O resto é o futebol!
    Quem conseguiria ter a pretensão de mostrar um país inteiro, com toda sua cultura (que é bem diversa) suas tradições, suas formas, seus defeitos e qualidades apenas com uma marca?? Na faculdade já aprendemos: “não dá pra dizer tudo apenas com uma marca, então temos que fazer escolhas…”
    E eu achei uma escolha legal! Apesar do acabamento “à la Matisse”

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